Indexação OJS e OMP no Google Scholar

Verifique se a sua revista ou monografia em OJS/OMP cumpre os requisitos para uma indexação efectiva no Google Scholar.

O documento – guia com orientações visando assegurar que tanto uma instalação OJS quando OMP sejam devidamente indexadas pelo Google Scholar (em inglês) elaborado em conjunto pelo PKP (Documentation Interest Group – DIG) e o Google Scholar, trata-se de um guia que explica como lidar e resolver questões que possam impedir a indexação além de conter as melhores práticas que assegurem que o seu conteúdo seja indexado.

O guia de indexação do Google Scholar (Google Scholar Indexing Guide) faz parte do Getting Found, Staying Found, Increasing Impact, que é um guia muito mais abrangente sobre como aumentar a “encontrabilidade” da sua revista e como construir uma audiência mais ampla.

Fonte: baseado no artigo do Israel Cefrin em Guia de Indexação do Google Scholar

Tainacan vs AtoM, uma análise

Para todos os interessados em Acervos Digitais, e a utilização de plataformas de código aberto para a gestão e a publicação de coleções digitais, deixamos a seguir, a indicação do estudo:

“A Documentação Museológica no Núcleo de Estudos Açorianos” – Análise de sistemas informacionais computadorizados (um trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Museologia por Mônica Andrea Brogliatti Rocha).

Resumo
A pesquisa tem como objetivo geral analisar o desempenho de qualidade dos sistemas informacionais computadorizados para a organização, recuperação e disseminação da documentação do acervo museológico do Núcleo de Estudos Açorianos. E os objetivos específicos são: apresentar o acervo museológico que compõe o Núcleo de Estudos Açorianos; Identificar as características e subcaracterísticas dos sistemas informacionais computadorizados para a padronização da documentação do acervo museológico do NEA;Comparar os sistemas informacionais computadorizados por meio da ISO/IEC 9621 para sugerir o sistema informacional computadorizado que melhor se adequa as necessidades de organização, recuperação e disseminação da informação do NEA. Os procedimentos metodológicos foram baseados no modelo de qualidade da ISO-IEC 9621 desenvolvendo uma análise para avaliar as características e subcaracterísticas dos softwares para assim sugerir o software que se adequa ao acervo museológico do NEA. Como resultado a pesquisa obteve 28 pontos positivos para o Tainacan e 25 pontos positivos para o AtoM demonstrados em gráfico.

Gráfico dos Resultados da Avaliação dos Softwares AtoM e Tainacan

tainacan-atom

Documento original: TCC_Museologia_MônicaAndreaBrogliattiRocha_versãofinal27dezembro2019

Backup, Restaurar e Transferir um site em WordPress

Certamente, não vai ao longo do tempo, precisar de efectuar um Restauro e/ou Transferência do seu site, mas se precisar, ter pelo menos um Backup será algo que lhe poderá vir a ser muito útil.

Regra geral, só quando algo corre mal, é que sentimos que o tempo de fazer um backup seria sempre tempo investido e nunca perdido. Mas mais vale tarde do que nunca, e por isso, sugerimos que faça hoje mesmo um backup do seu site em WordPress. Se não quer tomar a tarefa a seu cargo, por falta de tempo ou conhecimento, a nossa sugestão é que comece com uma aplicação simples e capaz, a Akeeba Backup.

Akeeba WordPress, pode ser obtida gratuitamente, versão Core, ou através de subscrição, versão Pro. De referir que a versão Profissional, tem um custo bastante aceitável e apresenta um conjunto de funcionalidades que justificam plenamente a subscrição do produto.

Pontos Chaves da Akeeba Backup

  • um clique
    depois de aplicadas as definições, um simles clique e começa a ser criado um backup completo do site. O ficheiro inclui a base de dados, directórios e ficheiros assim como o script de restauro.
  • vários formatos
    compressão ZIP padrão, altamente optimizados JPA, ou JPS com encriptação AES-128.
  • assistente de configuração
    defina o local para o backup, detecção da melhor configuração para o servidor.
  • automatização
    com 4 formas distintas de fazer backups, pelo menos uma certamente funcionará com o seu site.
  • controle
    pode escolher o que deve ser deixado de fora do backup, ficheiros ou directórios, ou mesmo tabelas da base de dados. Defina ainda vários perfis de backup.
  • cloud
    um backup no mesmo servidor pode não ser uma boa ideia? Não arrisque! a aplicação permite enviar automaticamente para a nuvem o backup realizado. Suporte para Amazon S3, DropBox, Google Drive, etc.

Efectuar o download da Akeeba Backup Core e saber mais da versão Pro.

De referir ainda que a aplicação Akeeba está disponível para outros CMS, como pode ver aqui.

QGIS; Sistema de Informação Geográfica

QGIS é um projecto oficial da Open Source Geospatial Foundation (OSGeo).

O QGIS é um Sistema de Informação Geográfica (SIG) de Código Aberto ao abrigo da Licença Pública Geral GNU.

O QGIS fornece um número de funcionalidades em constante crescimento proporcionadas por funções base e plugins. Pode visualizar, gerir, editar, analisar dados, e criar mapas imprimíveis. Veja em pormenor todas as funcionalidades e uma selecção de mapas criados com o QGIS.

QGIS – PC

Criar, editar, visualizar, analisar e publicar informação geográfica.
Disponível para Android, BSD, Linux, Mac e Windows.

QGIS – Navegador

Explorar e pré-visualizar os dados e metadados.
Arraste e largue os seus dados de um armazenamento de dados para o outro.

QGIS – Servidor

Publique os seus projectos e camadas do QGIS como serviços WMS, WMTS, WFS e WCS compatíveis com OGC. Controle quais as camadas, atributos, layouts e sistemas de coordenadas que são exportados. O servidor QGIS é considerado como uma implementação de referência para o WMS 1.3.

QGIS – Cliente da Web

Publicar projetos do QGIS na web é fácil, tirando partido da vasta simbologia e etiquetas, e de todo um conjunto de funcionalidades que permitem criar mapas impressionantes.

QGIS no Android (beta!)

O desenvolvimento do QGIS em Android prossegue, mas as versões actuais ainda são experimentais.

Projecto HISTEDUP

É com satisfação que adicionamos o site da Associação de História da Educação de Portugal (HISTEDUP) ao nosso portfólio.

Projecto realizado em parceria com a Fuselog. Implementado em WordPress, com adaptação e personalização de tema.

OJS 3.1.2 com novas funcionalidades

A equipa de desenvolvimento do Open Journal System anunciou a saída da versão OJS 3.1.2 desta plataforma de publicação científica.

Além da correcção dos habituais bugs encontrados em versões anteriores, de referir duas novas funcionalidades, a organização de publicações por colecções temáticas e uma nova framework de visualização de estatísticas. Relativamente à funcionalidade colecções temáticas, o que se pode dizer é que isto vai permitir que os editores possam organizar de outro modo os artigos publicados. A publicação em colecções temáticas, fornece à revista uma oportunidade maior de contextualizar o seu conteúdo fora da estrutura tradicional do índice.

Um exemplo onde pode ser vista a organização por coleccções temáticas é na revista Cultural Anthropology.

Na reformulação da framework de visualização de estatísticas, de referir, que estas melhorias, subjacentes à API do OJS, vão permitir fornecer relatórios mais atraentes e úteis aos editores, autores e ao público ao longo do tempo.

Mais informação

Informação sobre a release: https://pkp.sfu.ca/2019/03/01/ojs-3-1-2-released/

Lista completa das actualizações na conta oficial do GitHub: https://github.com/pkp/ojs/blob/master/docs/release-notes/README-3.1.2.

Para download do OJS 3.1.2: http://pkp.sfu.ca/ojs_download.